Previna-se contra as doenças respiratórias!Resfriados e gripes incomodam muito e afastam as pessoas do trabalho e de suas atividades do dia a dia. Cuidados preventivos e vacinação são muito importantes, pois todos nós sabemos dos dias desagradáveis que todos têm quando acometidos por essas doenças virais, sobretudo crianças e idosos.

Com a chegada do inverno aumentam os resfriados e gripes

Resfriados e gripes incomodam muito e afastam as pessoas do trabalho e de suas atividades do dia a dia. Cuidados preventivos e vacinação são muito importantes, pois todos nós sabemos dos dias desagradáveis que todos têm quando acometidos por essas doenças virais, sobretudo crianças e idosos.

O outono, estação que anuncia a chegada do inverno, é uma temporada que costuma levar muita gente “para a cama”. O mal-estar causado por um resfriado não é a melhor das sensações. E tudo isso acontece porque, além das temperaturas em queda e da tradicional mudança de hábitos, é entre os meses de março e junho que cerca de 300 tipos diferentes de vírus respiratórios e mutações circulam em maior quantidade no ar.

O resultado desse fenômeno, que não é um problema epidemiológico apenas para Belo Horizonte, já que acontece em diversas cidades brasileiras, é o aumento dos casos de resfriados e gripes e, consequentemente, da procura pelos serviços médicos que, em alguns dias, viram notícia devido à superlotação.

De acordo com o pediatra, coordenador do Pronto Atendimento Infantil e médico assistente do Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Vila da Serra, Dr. Ewaldo Mattos, além das doenças virais, que se curam em média de três a quatro dias com cuidados básicos, há outras mais agressivas, como Influenza e H1N1. Na lista das complicações estão males graves como pneumonia, otite e sinusite, problemas que podem comprometer a qualidade de vida do paciente por um longo período, até o completo reestabelecimento da saúde.

“As viroses respiratórias afetam pacientes de todas as idades. As crianças, pela fragilidade imunológica, são mais suscetíveis que os adultos. Estima-se que elas possam ter entre 10 a 20 episódios por ano no primeiro e segundo anos de vida. Nos bebês de até seis meses, os casos de bronquiolite aumentam muito nessa temporada”, explica.

Mas os idosos também inspiram um cuidado extra. Caso o tratamento de um resfriado não seja efetivo, existe a possibilidade de evoluir para complicações graves como sinusite e pneumonia. Nos adultos, as viroses respiratórias também merecem atenção.

Imunização

A vacina é a forma de prevenção mais indicada. Em Belo Horizonte, 152 postos de saúde oferecem a imunização contra H1N1, H3N2 e Influenza até 31 de maio. As doses também são ministradas por empresas privadas.

No entanto, não se pode desconsiderar a necessidade de adotar certos cuidados preventivos. Entre eles, evitar locais fechados e com aglomeração de pessoas são medidas importantes para reduzir os níveis de contaminação. As regras de boa convivência também ganham um status especial nesse momento. Lavar as mãos com maior frequência e tampar a boca ao tossir ou espirrar podem fazer a diferença.

Em caso de resfriado, uma doença autolimitada que tem cura espontânea em média de 3 a 4 dias, o médico afirma que manter as narinas limpas para evitar acúmulo de secreção, fazer repouso relativo e aumentar o consumo de líquidos são medidas para controlar a virose. O uso de analgésicos e ou antitérmicos é indicado para controlar a febre. Os antibióticos são necessários apenas quando há complicações.

Dengue

Além das doenças respiratórias, o outono de 2019 também tem um agravante: a epidemia de dengue, considerada uma das maiores de todos os tempos. De acordo com o pediatra, embora a maioria das pessoas se curem depois de alguns dias ou semanas, existe um índice de letalidade (número de mortes por casos) que pode ser evitada se o paciente observar os sinais de alarme da doença e procurar ajuda médica.

Qualquer tipo de sangramentos, dor abdominal intensa e contínua, vômito constante, desmaio e sonolência são alguns sintomas que podem caracterizar a dengue. “Nesses casos, se a pessoa procura o serviço médico, é possível mudar a conduta do tratamento para evitar a morte do paciente”, destaca Mattos.

Portal Medicina & saúde: (31)3586-0937 | FAÇA CONTATO

medicina & saúde nas redes