Câncer de Bexiga: a importância da conscientização sobre a doençaO Portal Medicina e Saúde tem destacado com frequência a importância sobre conscientização e prevenção de doenças. Hoje a pauta é sobre câncer de bexiga, enfermidade grave, que acomete muitos brasileiros. No mês de julho, a campanha “A conscientização nos torna mais fortes” feita com os laços como símbolo, nas cores rosa, verde e roxo, chama a atenção para a doença.

O urologista e cirurgião robótico José Eduardo Távora: em defesa da cirurgia minimamente invasiva para remoção do tumor

O Portal Medicina e Saúde tem destacado com frequência a importância sobre conscientização e prevenção de doenças. Hoje a pauta é sobre câncer de bexiga, enfermidade grave, que acomete muitos brasileiros. No mês de julho, a campanha “A conscientização nos torna mais fortes” feita com os laços como símbolo, nas cores rosa, verde e roxo, chama a atenção para a doença.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer, são diagnosticados quase 10 mil novos casos de câncer de Bexiga a cada ano no Brasil, sendo a maioria dos pacientes do sexo masculino.

A doença começa nas células que revestem a bexiga, e ao sofrerem mutações crescem de forma descontrolada, formando o tumor. O aparecimento da doença tem sido associado ao tabagismo, infecções parasitárias, radiação e exposição a substâncias químicas. O histórico familiar de câncer de bexiga também aumenta o risco de desenvolvimento da doença, que geralmente se manifesta a partir dos 40 anos.

Os sintomas mais comuns são, sangue na urina, incontinência urinária, dor ao urinar, dor nas costas, dor pélvica, fadiga e perda de peso.

A principal dica de prevenção do câncer de bexiga, para a maioria das pessoas, é não fumar, mas no caso de quem trabalha com exposição a produtos químicos recomenda-se seguir rigorosamente as instruções de uso e beber líquidos, especialmente água, para diluir as substâncias tóxicas da urina.

O tratamento desses tumores quase sempre envolve retirada parcial ou completa da bexiga, incluindo as estruturas que as cercam como próstata e vesículas seminais, no caso dos homens. Já no caso das mulheres, envolve retirada de ovários, tuba uterina, útero, colo do útero e uma pequena parte da vagina. Posteriormente, vem a reconstrução do órgão responsável pelo armazenamento da urina.

O professor da Faculdade Ciências Médicas, Dr. José Eduardo Távora, que é urologista e cirurgião robótico explica que a cirurgia minimamente invasiva, realizada em plataforma robótica traz diversas vantagens a esses procedimentos. “Isso porque o recurso possibilita a remoção dos tumores e outros tecidos por meio de pequenas incisões, mantendo o abdômen fechado por mais tempo e reduzindo o tempo gasto na intervenção cirúrgica. Além disso o uso da robótica diminui os riscos de sangramentos e complicações pós-operatórias, além do período de recuperação do paciente. A técnica também proporciona uma melhor reconstrução da bexiga. Comandados por meio de um joystick pelo cirurgião, os braços robóticos são mais precisos e oferecem maior liberdade de movimentos”, salienta o Dr. Távora.

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